10/08/2016 0 Comments AUTHOR: Ilma Vieira Silva CATEGORIES: Mulher Tags:,

“RAINHA DO LAR”

Como surgiu essa expressão?  Quem começou a rotular que a mulher é a rainha do lar?  Será que quem inventou o termo era mulher ou homem?  De qualquer maneira, penso que quem usou a frase pela primeira vez não sabia o que é ser “uma rainha”,  nem conhecia  o papel que a mulher desempenha no lar.  O dicionário diz que  “rainha é a soberana de uma nação, a esposa do rei.  Quando soberana, a rainha exerce o supremo poder de uma monarquia.  É a autoridade suprema com poder, superioridade, excelência, primazia, altivez, soberbia, poderio absoluto, dominação e influência.  A rainha exerce poder supremo sem restrições, sem neutralidade.  É poderosa, magnífica, altiva e arrogante nos seus atos e efeitos”

Com todos os atributos honoríficos   e esse poderio uma rainha não pode ser comparada a uma dona de casa,  por mais rica e requintada que esta seja. Por que rainha do lar?  Pelo que se sabe uma rainha não se ocupa com as atividades domésticas: não cozinha, nem lava ou passa roupa, não cuida de bebês, não prega botões na camisa do marido, não varre nem arruma a casa e nem acompanha os filhos nas tarefas escolares…  Por que, então, a dona de casa é chamada de “RAINHA DO LAR”?   O que isso significa?

Ao estudar a vida das rainhas na Bíblia  não encontramos nada sobre sua atuação como “donas de casa”, ou melhor, “donas de palácio” (rainha não mora em casa, mas em palácio).  Mas será que no palácio as atividades de uma rainha são iguais as de uma dona de casa?  A rainha tem servos para tudo. A criadagem é grande e as rainhas não precisam fazer as tarefas corriqueiras de uma dona de casa.  Então, por que fomos “eleitas” “rainhas do lar”?

Ser rainha é uma questão de poder, mas a dona de casa por mais “poderosa” que seja, nunca será uma rainha.  Então, somos ou não rainhas?  Por que esse título tão grandioso?

Continuando nosso estudo e, principalmente, buscando respostas na Palavra de Deus, podemos justificar o título “rainha do lar” se considerarmos o nosso lar como um palácio: o marido sendo o rei e os filhos e filhas como príncipes e princesas; aí, sim, a mulher – esposa e mãe – tornar-se-á a  rainha do lar se puder igualar-se à mulher virtuosa de Provérbios 31.  Nesse capítulo encontramos os sábios conselhos que a mãe do rei Lemuel deu para a escolha de uma esposa – a sua rainha.  Este sim, é o modelo da rainha do lar.  O que esse capítulo nos apresenta  não é o papel que as demais rainhas mencionadas nos textos bíblicos desempenharam nos seus palácios.  A esposa  do rei Lemuel seria uma “rainha do lar” em toda a acepção da  frase.  Vejamos:

Ela será uma mulher “virtuosa”.  O dicionário mais uma vez ajuda-nos a descobrir as características da mulher virtuosa: ela terá o hábito de praticar o bem, inspirada pela virtude, excelência moral, probidade, retidão, austeridade no viver, valor, coragem, etc.  Que perfeição!  Será que existe  a mulher perfeita?

O capítulo 31 de Provérbios mostra-nos o perfil de uma rainha do lar.  É bom reler o texto e pensar um pouco sobre as características desejáveis na “rainha do lar”.

1. O PREÇO – v. 10 – “O seu valor muito excede o de rubis” .  As pedras preciosas são muito valiosas e estão ficando cada vez mais raras.  Hoje em dia está acontecendo o mesmo com as mulheres.  Em Provérbios 18:22, o autor do livro firma: “quem acha uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor”.  A mulher virtuosa excede o preço de rubis;

2. CONFIANÇA DO MARIDO – v.11 – “O coração do marido está nela confiado”.   Ele confia plenamente em sua esposa.  Ela não lhe dá razoes para ciúmes.  Ela é sua confidente e sabe guardar segredos.  Procura manter o diálogo para solucionar problemas conjugais e de educação dos filhos.  Eles se ajustam em todas as áreas da vida porque mantém aberto o canal da comunicação.  Ele confia nela como boa educadora dos filhos.  Confia também que ela o compreenderá quanto às suas  deficiências, aceitando-o como ele é, e não tentando mudá-lo para ser como queria que ele fosse.  Ele acredita sinceramente que ela o elevará diante dos filhos e eles o respeitarão como pai, porque a esposa o ajudará na hora da disciplina.

3. BONDOSA – v. 12 – “Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida”.  Trata o marido e os filhos com bondade.  Sabe dar carinho, afeto e atenção no momento certo.  Sabe corrigir os filhos, mas também sabe recompensá-los pelas boas coisas que fazem. É equilibrada quando elogia e usa de bondade quando precisa discipliná-los.

4. TRABALHADORA –  v. 13  e 16b – “Busca lã e linho e trabalha de boa vontade com as suas mãos”  Não é preguiçosa. Desempenha suas tarefas sem reclamações nem brigas.  Tem boa vontade e disposição para o trabalho.

5. ADMINISTRADORA – v.15 – “Ainda de noite se levanta e dá mantimento à sua casa e distribui tarefas para suas servas”. Levanta bem cedo, ainda escuro, sabe orientar seus empregados falando-lhes com mansidão.  Ela se preocupa também, com os filhos, não os deixando por conta de empregada o tempo todo, mas assume sua posição de dona de casa e desempenha sabiamente sua função de mãe.  Ainda no v. 16 lemos que a mulher virtuosa examina uma herdade e a adquire.  Tem sua visão voltada para  o futuro.  Sabe adquirir bens para benefício da família.  Cuida do terreno que comprou cultivando-o.  Sabe administrar.  Uma economia doméstica eficiente sempre traz vantagens para toda a família.

6. DISPOSIÇÃO – v. 17 –  “Cinge os seus lombos de força e fortalece os braços”.  Está sempre disposta para o trabalho.  As mães, mesmo doentes, têm forças para lutar, trabalhar e supervisionar as tarefas da casa.  Este versículo refere-se ao costume antigo que as mulheres tinham de prender a barra do vestido à cintura, para que os pés ficassem mais desembaraçados para o trabalho.

7. PREVIDENTE – v.18 – “Prova e vê que é boa a sua mercadoria, a sua lâmpada não  se apaga de noite”.  A mulher virtuosa, a rainha do lar, não compra qualquer coisa.  Ela busca o melhor e o mais útil dentro de suas possibilidades; ela não escolhe só pela beleza, mas pela utilidade daquilo em que vai empregar o dinheiro.  Ela prova e vê se é boa a mercadoria.

Antigamente  não havia luz elétrica; as mulheres usavam lâmpadas para a iluminação de suas casas à noite.  A mulher previdente escolhia o lugar para colocar as lâmpadas e cuidava para que todas estivessem com óleo para serem usadas à noite.  Hoje não é preciso mais esse cuidado, porque existe a luz elétrica.  Mas, e quando falta a luz?  Se a dona da casa é previdente, ela sabe o lugar certo onde estão as velas, os fósforos, ou a lanterna.  Ela tem um lugar certo  para os objetos e mantém cada objeto no seu devido lugar.  Sua organização vai ajudá-la a encontrar o que procura, mesmo no escuro.

8. CRIATIVA E ECONÕMICA – v. 19 e 22 – “Estende suas mãos ao fuso e as palmas das suas mãos pegam na roca…”  Imaginemos se hoje tivéssemos que fazer os tecidos como antigamente: colher a lã, o linho e o algodão, fazer os fios e tecer o pano… Para fazerem as roupas com diferentes padrões de textura e colorido, as mulheres usavam bem a sua imaginação.  Eram bastante criativas!  Hoje já temos variadissimos padrões de tecido e modelos de roupas para escolher, de acordo com o gosto de cada um, apesar de que em muitos lugares ainda se  usam fusos e rocas.  Mas a criatividade da dona de casa vai muito além de comprar tecidos variados.  Ela pode ser criativa  dando um toque especial e pessoal na ornamentação da sua casa.  Muitas senhoras são habilidosas e pintam seus próprios quadros, almofadas, porcelanas e desenvolvem vários tipos de habilidades manuais como tricô, crochê, ponto de cruz, etc., e vão enfeitando sua casa de acordo com o gosto pessoal.  Muitas esposas e mães gostam de confeccionar suas próprias roupas e as de seus filhos.  Fazem-nas, em vez de comprar.  Muitas mães gastam seu tempo ensinando os filhos a fazerem coisas, origâmis, pequenos objetos para enfeite, trabalhos manuais, etc., incentivando, assim, o desenvolvimento do desejo de serem produtivos.  Quando as crianças são  incentivadas e despertadas para esse tipo de tarefas, elas se sentem úteis e se sentem satisfeitas, tornando-se, no futuro, cidadãos produtivos e úteis à sociedade.

Hoje em dia são poucas as mães que usam a criatividade dentro do lar. Muitas mulheres não se prendem a esse tipo de atividade, e preferem, quando têm um tempinho, correr para o “shopping” para passear e ver vitrines   , ou sair para encontrar suas amigas, fazendo lanche  juntas,  conversar, ou, como elas mesmas dizem: “vou jogar conversa fora…”  Triste realidade!

9. CARIDOSA  –  v. 20 – “Abre a sua mão ao aflito e ao necessitado estende as suas mãos”.  Essa rainha do lar tem sempre roupas usadas para doar a pessoas necessitadas que aparecem na sua porta.  Muitas vezes vai até creches e orfanatos levar agasalhos, roupas, alimentos e brinquedos para crianças carentes.  Outras vezes vai a hospitais visitar aqueles que nunca recebem visitas.  Ela é, também, hospitaleira; seu lar está sempre de portas abertas para receber visitas: um missionário, um pastor, uma itinerante, um seminarista, parentes, amigos, etc., é uma pessoa com quem você pode contar na hora da necessidade.

10. PREVENIDA –  v. 21 – “Não temerá ´por causa da neve, porque toda a sua casa anda forrada de roupa dobrada”.  Há um ditado que diz que “uma mulher prevenida vale por duas”.  A mulher virtuosa é prevenida.  Ela espera o inverno com a casa bem agasalhada.  Quando acaba o inverno ela lava e guarda toda a roupa de lã e cobertores e põe para fora as roupas de verão.  Ela tem sempre roupa de cama sobrando para uma visita inesperada.  Tem uma despensa organizada para qualquer imprevisto.

11. CUIDA BEM DO MARIDO – v. – 23 –  “Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta com os anciãos”. Pela aparência do marido pode-se perceber se a esposa é cuidadosa ou não.  Maridos limpos, com a roupa bem passada, com terno, camisa e gravata, meias sapato e cinto combinando, ou mesmo simplesmente vestidos pode-se ver o cuidado que a esposa tem em combinar o blusão com a calça.  A roupa pode ser simples mas bem cuidada.  Quando se vê um marido desleixado, com roupa desbotada, amassada, com falta de botões, pode-se saber logo que tipo de esposa ele tem.  O mesmo cuidado deve ser dispensado aos filhos.  Eles são o espelho da mãe e esposa que têm.

12. CUMPRIDORA DOS DEVERES – v.25 – “A força e a glória são os seus vestidos, e ri-se do dia futuro”.  Força e glória podem representar uma mulher realizada na vida.  Ela está satisfeita consigo mesma. Cumpriu seu dever, ela é feliz.  Essa felicidade é a certeza de um futuro promissor.  Ela está preparada para um futuro abençoado.  Tem uma personalidade forte, amadurecida e  pronta para enfrentar os anos finais da sua vida.  Ela cumpriu bem seus deveres de esposa e mãe. Ela é feliz.

13. FALA COM SABEDORIA – v. 26 –  “Abre a sua boca com sabedoria e a lei da beneficência está na sua língua”.  Sabe falar com sabedoria.  Ela é uma mulher sábia, com muitas experiências para passar aos outros, por isso é procurada para  aconselhamentos, porque ela sabe. Sua vida é tão reta que atrai a atenção de todos. É uma mulher enérgica, trabalhadora. Eficiente e tão capaz que poderia até dominar o marido, mas a mulher sábia não é dominadora, não é mandona; sabe dar ordens e agir com humildade.  Sabe comunicar-se de maneira digna e honrada com todos.  É sábia na orientação que dá às suas crianças.  Relaciona-se bem com o marido. Sabe resolver os conflitos que normalmente surgem na vida do casal.  Ela está sempre disposta a usar de beneficência com todas as pessoas que precisam de sua ajuda.  Está sempre pronta para fazer o bem (Gal. 6:10).

14. GOVERNA BEM A SUA CASA – v. 27 – “Olha pelo governo da sua casa e não come o pão da preguiça”.  Antigamente a mulher ficava em casa e vivia para o lar.  Hoje em dia a grande maioria das mulheres desempenha atividades fora do lar.  A rainha do lar, mesmo trabalhando fora supervisiona o lar e educa os filhos.  Ela sabe tudo o que acontece em sua casa na sua ausência, porque ela determina e faz cumprir as suas ordens.  Ela, mesmo à distância, pode controlar os filhos dentro de casa.  Estabelece ordens e limites e os faz cumprir pela “secretária do lar”.  As crianças aprendem desde cedo os imites impostos pela mãe, de forma que mesmo fora de casa ela controla todas as atividades, inclusive os programas selecionados de televisão que as crianças devem assistir.  Ela é uma figura de autoridade respeitada pelos seus familiares.  Ela trabalha fora e em casa também.  Ela sabe governar a casa.

15. ABENÇOADA PELOS FILHOS – v. 28 – “Levantam-se seus filhos e a chamam bem-aventurada, como também seu marido que a louva…” Ela é uma boa mãe.  Os filhos se orgulham dela.  Eles não desejariam ser filhos de outra mulher.  Ela serve de modelo para que seus filhos escolham bem suas esposas. Ela é responsável pelo desempenho futuro de suas filhas como mulheres.  As filhas observam o exemplo de sua mãe e querem se tornar tão boas esposas, donas de casa e mães como aquele modelo que têm em casa.  Ela é importante também para os filhos, pois vai ajudá-los a identificar-se com o pai como modelo, exaltando as qualidades e  minimizando os defeitos.  Com sua sabedoria a rainha do lar será a peça chave para o bom relacionamento do pai com os filhos.

16. ELOGIADA PELO MARIDO – v. 29 – “Seu marido a louva dizendo: muitas filhas obraram virtuosamente, mas tu a todas és superior”.  Esse é o elogio de um marido apaixonado.  O rei apaixonado pela rainha… Ele reconhece que ela é superior a todas as mulheres, por isso a escolheu como esposa.  Ah! Se todos os casamentos fossem assim – uma mulher virtuosa e um marido apaixonado…

Agora vamos descobrir a causa do sucesso dessa rainha – a mulher virtuosa:

17. TEME AO SENHOR – v.30 – “Enganosa é a graça e vaidade a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor,  essa será louvada”.  A graciosidade da mulher é enganosa, é algo que vai acabar mais cedo ou mais tarde;  a formosura é vaidade e também vai acabar, mas nem tudo se acaba; o que vai permanecer, o segredo do valor dessa rainha, dessa mulher virtuosa é o TEMOR DO SENHOR.  Ela é admirada por todas as características de sua personalidade, pelo seu trabalho, pela sua sabedoria, etc., mas ela será louvada pelo seu temor ao Senhor.

18.  RECONHECIDA POR TODOS – V.31 – “Dai-lhe do fruto das suas mãos e louvem-na nas portas as suas obras”.  Por todas as qualidade apresentadas e observadas pelos seus vizinhos e amigos, ela será elogiada e apontada como modelo de mulher a ser imitado.

Eis aí o retrato da perfeita rainha do lar.  A mulher virtuosa descrita em Provérbios 31: 10 – 31.  É muito  mais que uma dona de casa perfeita, ela é mulher ideal, a verdadeira rainha do lar.  Não é um título apenas, é muito mais que isso.  Reconhecida como esposa e mãe perfeita, ela será, sempre, a soberana no coração do esposo e dos filhos, exercendo  o supremo poder dentro do lar, ombro a ombro com o rei.  Os direitos  serão iguais. Superior a outras mulheres, com seu porte altivo de quem sabe que é poderosa, magnífica e excelente em tudo o que faz; a mulher virtuosa merece o título de rainha do lar.

Certamente o marido da mulher virtuosa de Provérbios 31 era um homem importante na sua cidade.  Reunia-se com outro homens também importantes para discutirem assuntos pertinentes ao bem estar da comunidade.  Naturalmente sua esposa cuidava dos negócios  da casa, comprava e vendia terrenos, fazia plantações, negociava com mercadores, etc., porque era um mulher ativa e sábia.  À noite, quando o marido chegava do seu trabalho, gastava tempo conversando com a esposa sobre a situação financeira da família, educação dos filhos, problemas domésticos, etc., e ela – a rainha, era realmente a “adjutora” do marido em toda a acepção da palavra.

Pode-se imaginar também, que ela participava das reuniões organizadas para a confraternização das famílias, ou, em ocasiões especiais ela não se recusava  a arrumar-se bem, ficar bem bonita  para sair com o esposo…  Hoje em dia, muitas esposas não se preocupam em gastar um pouco de tempo com o marido, o seu companheiro.  Não se interessam pelo seu trabalho, não se informam a respeito da profissão, não lêem artigos ou reportagens sobre as atividades profissionais que eles exercem, mantendo uma enorme distância entre os dois, impedindo um diálogo à altura dos interesses de ambos.  Tais esposas estão mais preocupadas com a casa, filhos,  novelas, programas de televisão e com seu próprio trabalho, que até se esquecem que antes disso  tudo está o seu marido, que merece todo o respeito e consideração

A esposa deve respeitar o seu marido. Valorizá-lo diante dos filhos e das outras pessoas.  Não menosprezá-lo criticando ou apontando seus defeitos diante dos outros.  Quando os filhos aprendem a respeitar o pai porque a mãe  dá o exemplo, eles também aprenderão a respeitá-lo..

A mulher virtuosa não provoca ciúmes no marido.  Sabe comportar –se no grupo de amigos comuns, de tal forma que ele se orgulha da esposa que tem.   Veste-se com discrição e decência; modera a linguagem, não expondo a estranhos os segredos de sua intimidade.  É equilibrada emocionalmente e capaz de resolver problemas  de tal maneira que aqueles que a conhecem a vêem como “sábia”  buscando aconselhar-se com ela.   A mulher ideal se torna cada vez mais respeitada porque sabe impor respeito. 

Oxalá que todas  as esposas cristãs fossem consideradas pelos seus maridos como a rainha do lar.  Infelizmente o que se tem observado hoje em dia é que as mulheres “virtuosas” como descritas em Provérbios 31 estão desaparecendo pouco a pouco.  Será que não querem receber o título de “rainha”? ou será que a independência da mulher de hoje traz tanta vantagem que vale a pena trabalhar fora, deixar filhos com empregadas ou em creches, permitindo que estranhos acompanhem o desenvolvimento das crianças, enquanto as mães perdem a oportunidade de acompanhar o crescimento e o desenvolvimento de seus filhos?

Que Deus oriente as jovens esposas e as futuras donas de casa para que se apercebam da honra de assumirem o papel de “Rainhas do Lar”, sendo boas esposas e boas mães, tendo como objetivo principal da sua vida o temor do Senhor.

 

                                               Ilma Vieira Silva

BIBLIOGRAFIA

A Bíblia Vida Nova – Russel Shedd – 1976

Bíblia Sagrada  – Trad. Almeida, revista e corrigida, 29ª imp., IBB.

Dicionário da Enciclopédia Mirador.

 

Could not resolve host: urls.api.twitter.com