13/07/2016 0 Comments AUTHOR: Ilma Vieira Silva CATEGORIES: Jovem, Mulher, Vida Cristã Tags:, ,

RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTO E NA VIDA

Conflitos fazem parte da vida. Todos nós os temos. Basta acordar, olhar para fora e se perguntar: Que roupa usarei hoje? Vai chover ou não? Está frio ou calor lá fora? Estas dúvidas surgem apenas em relação ás questões do clima e da roupa a usar. Durante o dia muitas outras dúvidas surgirão. São pequenos conflitos que acontecem diariamente e que teremos que parar para resolver.  Algumas pessoas resolvem rapidamente pequenas questões que têm a solucionar, mas existem pessoas que são indecisas por natureza e encontram muita dificuldade para solucionar estes pequenos conflitos.

Existem conflitos grandes e pequenos: estes que foram citados são pequenos, mas vamos imaginar a resolução que uma jovem tem que tomar entre a escolha para se casar entre dois pretendentes: um é muito bonito, inteligente e pobre, e o outro também bonito, mas não tão inteligente e rico…

Sempre temos ocasiões para decidir entre escolher uma e outra opção. Certa moça muito inteligente passou em dois concursos muito bons: um deles ofereceu uma vaga para trabalhar próximo a sua casa e o outro ofereceu uma vaga mais vantajosa, porém, mais longe de sua casa, pois terá que tomar duas conduções para chegar até lá. Qual deles você escolheria?

Os conflitos existem e sempre aparecem num momento crítico. Conflitos familiares sempre existiram, mas parece que atualmente os conflitos se multiplicaram. Quando os filhos chegam á adolescência surgem os conflitos de geração em que os filhos batem de frente com a autoridade paterna e qualquer outro tipo de autoridade. Eles estão enfrentando a busca da identidade que de modo geral cria conflito com eles mesmos, com a família, e com os grupos em que convivem. Surgem também os conflitos religiosos, princípios morais, sociais, etc. e os adolescentes ficam em dúvida sobre qual a verdadeira moralidade.

A psicologia define o conflito como uma “tensão produzida pela presença simultânea de motivos contraditórios. A sociologia define o conflito como uma competição consciente entre indivíduos ou grupos que visam a sujeição ou destruição do rival.  No conflito cultural há uma incompatibilidade entre valores culturais, cujos portadores humanos estabelecem contatos.”

Na Bíblia encontramos também algumas situações conflitantes: em I Rs. 18:21 lemos o seguinte: “Então Elias se chegou a todo o povo e disse: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e se Baal, segui-o. Porém o povo não lhe respondeu nada”. O resto da história sabemos: o povo invocava a Baal com grandes vozes e ele não apareceu, nem respondeu, mas quando Elias orou ao Deus verdadeiro Ele manifestou-se com fogo e consumiu o holocausto que Elias havia preparado, então o povo caiu sobre seus rostos e disse:  “Só o Senhor é Deus, só o Senhor é Deus”. Acabou o conflito daquele povo, porque decidiram adorar  o verdadeiro Deus.

Outra situação bíblica de conflito se encontra em Lc.16:18 quando Jesus ensinou: “Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer a um e amar o outro, ou se há se chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamon”. Foi uma das grandes lições que Jesus nos deixou sobre o amor ás riquezas. Esta é a decisão que todo cristão deve tomar para sua vida: amar a Deus sobre todas as coisas e não trocá-lo por amor ao dinheiro.

Ainda uma terceira passagem sobre conflito encontramos em Tg.1:8 “O homem de coração dobre é inconstante nos seus caminhos”. O crente tem que saber que caminho seguir, tem que tomar a decisão certa; não ficar “sobre o muro”, como se diz, mas ter certeza do que quer e ficar sempre do lado de Deus, fazendo assim ele não será um homem duvidoso, ou inconstante em sua vida. O mesmo Tiago aconselha a tirar “dúvidas” da nossa vida, porque diz ele: “Aquele que duvida é semelhante á onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra  parte”. Aquele que duvida não tem capacidade de resolver os conflitos, por isso não tem firmeza na sua vida.

A maioria das pessoas não sabe como resolver conflitos, que são inevitáveis nos relacionamentos. Por causa das diferenças individuais as pessoas apresentam pontos de vista diferentes, opiniões confrontantes e por isso as pessoas não concordarão sempre em tudo, mesmo nos relacionamentos entre marido e mulher.

Ninguém nos ensinou de fato a enfrentar e resolver problemas. Seria bom que nas escolas ou mesmo nas universidades fossem dadas aulas sobre solução de conflitos…  O que seria impossível, porque cada pessoa percebe o mundo e os problemas de forma individual e não há uma fórmula específica para solucionar todas as espécies de conflitos.  Um problema pode ser visito por várias pessoas e cada uma terá solução diferente para o caso, porque a percepção   do problema é subjetiva, psicológica e cada um terá sua própria solução para aquela situação. Mesmo nas amizades, nas famílias, no trabalho, na faculdade e no casamento, de modo geral, é difícil saber a hora de fechar as posições e encerrar o conflito.

No livro “Um mês para viver” de Kerry & Chris Shook eles dão boas lições sobre como evitar e solucionar conflitos, especialmente na área conjugal, embora as soluções possam ser transpostas para a sociedade, colegas de trabalho e amigos. É importante tomar a posição de não entrar em confronto para não sofrer as emoções desagradáveis que surgem com os conflitos.

Num momento crítico a tendência é fugir da situação para evitar barulho, mas esta fuga pode produzir paz na hora, mas essa paz não faz bem ao relacionamento porque essa fuga é baseada no medo, por isso é necessário chegar a uma solução em um nível mais profundo para enfrentar, no futuro, questões mais difíceis e solucioná-las.

Estes autores nos mostram diversas maneiras como as pessoas enfrentam conflitos:

– Aqueles que fogem do conflito – Estes evitam o atrito entre as pessoas como dizendo: “de jeito nenhum você me fará lutar…”

– Outro tipo é aquele que diz: “É do meu jeito ou não é de jeito nenhum…” é aquele que se acha o tal, acha que está sempre certo e tudo tem que sair do jeito que ele quer…

– Existe o tipo “desistente” – é aquele que desiste primeiro da luta, mas isto não é bom, porque pode criar amargura, porque depois arrepende-se de não ter lutado e se pergunta: “Por que desisti? Deveria ter enfrentado…”

– Esta é a solução do “toma lá dá cá”: cada um ganha a metade: “ás vezes eu desisto e ás vezes eu ganho…” o tipo de luta mais saudável.

O ideal é que todo o tipo de conflito seja resolvido de forma pacífica, mas nem sempre isso acontece. Paulo em Ef.4:29 nos aconselha: “Não sairá da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”. As palavras ditas na hora do conflito podem causar feridas profundas e algumas feridas são tão profundas que nunca podem ser curadas…

É preciso assumir o controle da nossa língua durante o conflito para que os relacionamentos perdurem. Já foi dito que a “verdadeira arte da conversação não consiste apenas em dizer a coisa certa no momento certo, mas também em aprender a não falar a coisa errada nos momentos em que se sentir tentado a fazê-lo”.  Outra questão básica é não atacar o outro. “Você fez isso, é tudo culpa sua… você é um mentiroso!”

Em vez de atacar, controle seus sentimentos. Se os dois conflitantes aceitarem sua responsabilidade e os seus erros, agirão como parceiros, crescerão juntos e deixarão de ferir-se para não se arrependerem depois.

Outro aspecto que deve ser deixado de lado nos conflitos é evitar trazer coisas do passado para o conflito presente. No relacionamento conjugal é importante descobrir a solução para os dois, isso fortalece o relacionamento. Quando não for possível chegar a um acordo é melhor concentrar-se na reconciliação e menos na resolução. É importante discordar cordialmente.

Por que os casais e as pessoas são diferentes nem sempre os conflitos serão resolvidos da mesma maneira, porque cada pessoa tem seu ponto de vista, sua percepção diferente do outro e por mais que o casal ou as pessoas se amem, nem sempre será tudo resolvido ás mil maravilhas, pois não concordarão plenamente em tudo. Se os dois concordarem em aceitar o ponto de vista do outro mantendo a mente aberta para isto a paz pode ser  estabelecida dentro do respeito mútuo.

No livro do pastor David Gomes “Casamento, uma caminhada a três”, ele mostra que são necessárias três pessoas para tornar um casamento feliz¨, um homem, uma mulher e Deus. Ele é o Príncipe da Paz e se Ele estiver presente nos lares não haverá muitos conflitos a serem resolvidos e a Paz de Deus será abundante no lar.

Quando chegamos a este mundo conhecemos duas pessoas que se tornarão muito importantes durante toda a nossa vida – papai e mamãe. Vamos, na vida, crescer e desenvolver e nos tornamos alguém bem diferente dos dois. Enquanto o tempo passa nos relacionaremos com novas pessoas e bem diferentes de todas aquelas que conhecemos. Brincando no parquinho, indo á escola, frequentando a igreja, vamos encontrar inúmeras pessoas com as quais teremos que conviver. Não existe uma pessoa igual a outra. Mesmo nossos irmãos  carnais são bem diferentes de nós… ´

Á medida que o tempo passa  observamos que as outras pessoas são também muito diferentes de todas aquelas com quem estamos acostumados. Indo para a Faculdade, terminando o curso, achando a profissão e trabalhando nela vivemos e “topamos” com pessoas com qualidades e defeitos e temos que aprender a conviver com TODOS.

Kerry e Chris abrem em seu livro uma “Caixa de Ferramentas” onde comparam pessoas com quem convivemos diariamente, com “ferramentas” que existem nessa caixa; achei muito interessante as colocações e comparações que eles fazem com pessoas que conhecemos, e estou aproveitando para divulgar as idéias interessantes e inteligentes que eles encontraram em sua caixa de ferramentas. Lá encontramos a LIXA:

A LIXA: – Quem trabalha com madeira sabe o quanto é difícil  transformar um tipo de madeira áspera em uma peça lisa. É um grande esforço que se faz para que o trabalho fique perfeito. Existem algumas pessoas que são ásperas e duras. Esfregar uma lixa na pele não é muito agradável. É um trabalho doloroso. Até tira sangue se esfregarmos muito a lixa.  Na vida existem pessoas que são como a lixa, nos causam dor e irritabilidade. Elas nos irritam e chateiam. Ás vezes encontramos essas “lixas” no nosso trabalho, na Faculdade, mas ás vezes as pessoas que mais amamos são aquelas que mais nos irritam.  Pode ser que na sua família seja você mesma a “lixa”. Já pensou nisso? Na verdade todos nós somos pessoas “lixa”; de vez em quando irritamos os outros.

Isso também está nos planos de Deus. Pessoas “lixas” entram na nossa vida para nos transformar em ferramentas mais afiadas para os propósitos de Deus. Paulo nos diz em Ef. 2:10: “Porque somos criação de Deus realizada em Jesus Cristo para fazermos boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”

Isso nos faz perceber que as lixas aparecem em nossas vidas para aparar as arestas e nos tornar mais semelhantes a Cristo.  Temos que olhar para as pessoas difíceis da nossa vida sob nova perspectiva, sob um novo prisma. É preciso identificar de que modo essas pessoas nos irritam. Um filósofo antigo inventou a teoria do “homem medida”, dizia ele que o homem é a medida de todas as coisas…

Nos nossos relacionamentos estamos sempre encontrando alguém com esta característica, sempre nos “medindo” para nos dizer que estamos aquém do que deveríamos, ou que não estamos fazendo tudo o que  poderíamos; estão sempre comparando todos com outras pessoas e sempre mostrando as desvantagens ou vantagens, são os “HOMENS TRENA”, OU “METRO”,  sempre medindo, comparando e tentando mostrar as falhas e defeitos que observam ao seu redor.  Essas pessoas “metro” ou “trena” são perfeccionistas; e estabelecem  padrões para os outros. Nunca se cansam de medir. Julgam-se melhores que os outros por seus próprios padrões de retidão.

Outro tipo de pessoas com quem temos que conviver são as pessoas “MARTELO”, agem como um trator, impondo suas idéias e desejos abrindo caminho á força. Quem está perto das pessoas “martelo” estão sempre pisando em ovos, temendo a hora em que o “martelo” vai cair sobre sua cabeça. “Martelos” são expansivos, exigentes e manipuladores, usam a força da própria vontade para conseguir o que desejam.

Existem também na “Caixa de Ferramentas” pessoas que parecem ter habilidade natural para “cortar” os outros, são as “PESSOAS SERRA”. São aquelas que sabem como ferir os outros com maior intensidade. Usam palavras sarcásticas ou diretas, mas que têm o poder de ferir profundamente deixando pessoas sangrando e caídas no chão. As pessoas “serra” sempre ganham nas discussões porque cortam a pessoa no ponto certo de enfraquece-la.

Existem pessoas – e muitas –  que são como “ALICATES DE PRESSÃO”. Elas apertam demais e não sabem como largar. São pessoas carentes e que costumam sugar a vida dos que estão ao redor. Desconhecem limites sociais e relacionais e saltam de crise em crise precisando de constante apoio e encorajamento. Esse “alicate de pressão” prende-se a você afetando todos os outros relacionamentos.

Você conhece o “ESMERIL”? ele é representado por uma personalidade explosiva que espera a hora certa para entrar em cena e jogar faíscas para todos os lados. É como bater uma vara num monte de brasas, voa faísca para todos os lados e estas faíscas podem atingir e queimar muitos que estejam por perto. O “esmeril” é um perigo…

Há o “MACHADO” –  é um tipo de pessoas que arrancam enormes pedaços por onde passam… tendem a ser negativas, sempre reclamando e procurando maneiras de cortar as esperanças e os planos dos outros, causando grande devastação. Os cortes são grandes e profundos e costumam acabar com a vida de outras pessoas

Ao lado do “machado” estão as “MACHADINHAS” que cortam pedaços pequenos, seu trabalho é apegar-se ás feridas já cicatrizadas, provocando dor mais prolongada. Elas gostam de mexer nas feridas passadas, em acontecimentos que magoaram muitas pessoas e continuam remoendo assuntos que desapontaram alguém, mas o pior é que não sabem como encerrar o assunto que não está agradando e parecem ter um prazer mórbido em prolongar o sofrimento dos outros. Feridas curadas não devem ser mexidas, pois só estragam os relacionamentos.

Em último lugar encontramos as pessoas “ARGAMASSA”. A “ARGAMASSA” é maleável, toma qualquer forma, se amoldam facilmente onde se encontram. São pessoas que não têm consistência. Querem sempre agradar a uns e outros, mudando constantemente de lado, como camaleão, mudam de cor e de lado sempre que lhes convém. Não têm uma personalidade firme, são verdadeiras “Maria vai com as outras”. São pessoas de coração dobre, como disse Tiago, não sabem se servem a Deus ou a Mamon, sempre coxeando entre dois pensamentos.

Observando todas essas “ferramentas” começamos a imaginar: como nos relacionarmos com todos estes tipos de ferramentas irritantes?

Para conviver com tantos tipos diferentes precisamos começar a observar as pessoas ao nosso redor e tentar ver as coisas do ponto de vista dessas “ferramentas”, tentando ver as coisas como elas vêem.  Isso poderá ajudar a não entrarmos em conflitos e a ver novas saídas quando os problemas aparecerem; aprenderemos a conhecer mais de perto aqueles que estão ao nosso redor evitando choques que poderão prejudicar os relacionamentos.

Pensando nessas ferramentas que foram apresentadas vamos refletir um pouco sobre que tipo de ferramenta somos nós: “lixa”, “trena”,  “metro”, “martelo”, “serra”, “machado”, “machadinha”, “alicate de pressão”, “esmeril” ou “argamassa”? Que tipo de ferramenta você é e qual o tipo de ferramenta que mais irrita a você?

Não existem pessoas perfeitas. Todos nós temos alguma coisa dessas ferramentas. Estamos na mesma caixa… Muitas vezes em vez de trabalharmos juntos para construir relacionamentos duradouros servimos de tropeço para a obra que Deus quer que façamos.

É muito fácil apontar as falhas e os defeitos dos outros. É um dos nossos erros. Estamos sempre prontos a criticar e com a nossa crítica destruir muitos trabalhos que já foram feitos, e alguns com muito sacrifício.

Em Mt. 7: 3-5 lemos: “Por que reparas tu no ARGUEIRO que está no olho do teu irmão e não vês a TRAVE que está no teu olho? Hipócrita, tire primeiro a trave está no teu olho e então poderás tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Estamos sempre prontos a descobrir os erros, o pecado a falha de caráter na vida de outra pessoa e não demoramos em apontar isso… O problema é não enxergar nossos próprios erros, por causa do tamanho da trave que está no nosso olho, perturbando a visão que temos dos nossos erros e falhas.

O certo é pedir a Deus que nos aponte os nossos próprios erros e nos ajude a tirar o “cisco” do olho do nosso irmão, com todo o amor cristão para não causar mágoa ou ressentimento. O papel do verdadeiro cristão é ser um agente de cura, porque não temos o direito de julgar as pessoas, Deus é nosso juiz. Nosso dever é pedir a Deus que nos ajude a mudar, dando-nos coragem para enfrentar as próprias falhas para poder ajudar os outros a melhorarem sua vida minimizando seus erros e melhorando suas qualidades para melhor servir a Deus.

Deus quer que aparemos as arestas do nosso caráter, por isso Ele coloca algumas pessoas “lixa” em nossa vida, assim como somos colocados também como “lixas” na vida de outras pessoas para, de algum modo, melhorar seus relacionamentos a fim de nos tornarmos mais parecidos com Jesus.

Até as pessoas que nos criticam podem nos ensinar e ajudar a crescer. Não devemos desprezar as críticas, mas usá-las para repensar os nossos defeitos e nos aprimorar mais para fazer a vontade de Deus.  Kerry & Chris, autores do livro “Um mês para viver” nos aconselham a fazer com as críticas o que fazemos com o CHICLETE: mastigar e cuspir fora… Não engolir a crítica, mas tirar o proveito que ela puder dar cuspir o resto fora.

As ferramentas que acabamos de conhecer trazem-nos lições úteis:

As pessoas “LIXA” poderão ser a maneira de ficarmos lisas, mais receptivas e menos agressivas.

O “MARTELO” veio com o consentimento de Deus para que aprendamos a ser fortes e enfrentar as situações com firmeza e não fraquejarmos e agir  como capacho.

Talvez a “TRENA” ou “METRO” tenha aparecido para ensinar que devemos buscar sempre a aprovação de Deus confiando nEle  quando nos sentirmos ameaçados e com medo.

Para entender os relacionamentos a partir de uma nova perspectiva precisamos reconhecer o motivo que Deus quer gerar na nossa vida. Fazer sempre a pergunta: “O que Deus está querendo me ensinar? O que Ele está querendo construir no meu caráter? O que Ele está querendo me mostrar para melhorar minha vida?

Para finalizar, você vê as pessoas difíceis em sua vida a partir de uma perspectiva completamente nova, não apenas quando percebe que Deus teve um motivo para coloca-las em seu caminho,  mas também ao notar que ele teve um motivo quando colocou você na vida  delas. Deus deseja revelar aquelas pessoas um pouco de amor, da paciência e da misericórdia dele.  Você poderá ser a única face de Jesus que eles venham a conhecer. Deus deseja compreendê-las com o amor dele de uma maneira que só você pode fazer.

Que Deus nos abençoe

Ilma Vieira Silva

BIBLIOGRAFIA

BÍBLIA SAGRADA – Trad. Almeida revisa e corrigida – 29ª  Impressão. Imprensa Bíblica do Brasil.

BUSCAGLIA, Leo – Amor – Ed. Record, 1972

BUSCAGLIA, Leo – Amando uns os outros – Record, 1984

BUSCAGLIA, Leo –  vivendo, amando e aprendendo, Record 1982

COELHO, Silmar e Janice – Como resolver conflitos nos relacionamentos – Ed .Central Gospel,             2004

FLORIO, Anthony – Preparação para o casamento – Juerp, 1982

GOMES, David –  Casamento Feliz, uma caminhada a três  – Ebar, 1992

HALL & Lindzey – Teorias da Personalidade

Kerry & Chris – Um mês para viver

MURDOCK, Mike – Sabedoria para vencer – Ed. Central Gospel 2010

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