“Toda disciplina, com efeito, no momento  não parece  motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”.- Hebreus 12:11

I – TIPOS DE AUTORIDADE

  1. PERMISSIVA   –  permite que todas as vontades do filho se realizem.  Os filhos se tornam déspotas, grosseiros, exigentes, caprichosos e pueris.
  2. CORRUPTORA –  forma mais imoral de autoridade: é aquela que compra a criança e a manobra através de trocas (se ficar bonzinho eu te dou um presente…)  As crianças se tornam instáveis, irresponsáveis e inconscientes.
  3. AFETUOSA – Lança mão de chantagens emocionais (você ainda me mata!…)   Ela  torna a   criança fingida, egoísta e cínica.
  4. RACIOCINADORA –  Aquela que enche os filhos com palavras, raciocínios e sermões que eles não podem compreender.  É prejudicial numa época em que a criança vê as coisas emocionalmente, de maneira simples.
  5. PEDANTE –  É aquela em que os pais se colocam longe dos filhos, incapazes de dialogar com eles, não respeitando a sua idade ou a sua individualidade.
  6. DISTANTE – É aquela que intervém apenas de quando em quando, inclusive através de intermediários.  Os filhos se tornam afetivamente frios e inseguros.
  7. OPRESSIVA – A mais terrível – é aquela que anula a personalidade dos filhos, que os sufoca através de gritos, ordens inquestionáveis, ameaças, maus tratos e grosserias.  Esse tipo de autoridade torna os filhos mentirosos, covardes, imaturos, inseguros e angustiados.

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